6.11.2009
Porque Family Guy vai ser indicado ao Emmy de Melhor Série
Depois de ter entrado no top 10 da categoria no ano passado, Seth MacFarlane e cia. resolveram investir pesado para tornar Family Guy a segunda série de animação indicada na categoria principal do Emmy (a primeira e única foi Os Flinstons, em 1961). Eu acredito que yes, we can!, pelos seguintes motivos:
01. Campanha: se os votantes estiverem com o bom-humor on, dificilmente verão uma campanha tão divertida e apelativa quanto esta. Se o bom-humot estiver off, dificilmente verão uma campanha tão ofensiva e apelativa quanto esta. De qualquer jeito, duvido que a vontade de assitir a pelo menos um episódio desses dvds não fale mais alto.
02. Gerar notícia: a indicação de uma série animada na categoria principal certamente geraria buzz para a premiação. Como os números de audiência caem ano após ano, um pouco de marketing gratuito não faria mal à ninguém.
03. Concorrência fraca: vai lá, me diz 3 séries que sejam Emmy friendly que tiveram uma temporada de destaque esse ano e que não atendam pelo nome de 30 Rock ou The Office. Difícil, eu sei. Bom, brigatoriamente Two and a Half Men e Entourage acabam entrando na lista, para cumprir a quota das sitcoms e da HBO, respectivamente. O que deixa pelo menos duas vagas em aberto (dessa vez serão seis indicados, mais um ponto a favor do programa).
04. LOL factor: é aqui que a série leva larga vantagem em relação às outras. Porque taí uma série que te faz rir, independente do episódio, independente de você ser democrata, republicano ou petista. Tudo bem que pelos critérios do Emmy, ser engraçado não é um fator tão importante. Mas ser o mais engraçado de todos não prejudica.
Dia 16 de julho saem os indicados e de qualquer jeito eu saio ganhando. Se Family Guy for indicado, posso falar I told you so. Se não, posso culpar o conservadorismo do Emmy, xingar Two and a Half Men e o mundo continua na mesma.
5.29.2009
Boys and girl

Grupo de amigos. Tema mais que recorrente em séries de tv. Seinfeld, That '70s Show, How I Met Your Mother e, claro, Friends, para citar apenas as bem-sucedidas nos útlimos anos. Na minha opinião, o sucesso de um programa que aposta nesse tema é diretamente proporcional à vontade que você sente de fazer parte daquela turma. O que acontece com Seinfeld, That '70s Show, How I Met Your Mother e, claro, Friends (e o que não ocorre com That '80s Show, Will & Grace e Sex and the City, pelo menos não comigo).
Mas ultimamente quem mais despertou essa vontade foi uma série pequena, de um canal a cabo de pouco alcance. Pois é, eu estou falando sobre My Boys. De novo. Agora com o final da curtíssima terceira temporada, ela merecia um texto maior.
Começando do começo então: para quem não sabe, a série gira em torno de P.J., uma jornalista esportiva e, bom, seu grupo de amigos, que vai do seu irmão a um possível interesse amoroso (que finalmente se tornou realidade nessa temporada). Grande parte da graça está na simplicidade. Do formato, que ao contrário de todos os exemplos bem-sucedidos que eu dei, não tem risadinhas de fundo. Das atuações, sem grandes destaques ou histerismos.
Para quem está procurando uma série boa e pouco prestigiada para assistir nesse período de entresafra, fica a dica.
***
Minha outra sugestão de série fudida de boa e pouco prestigiada eu dou semana que vem.
5.27.2009
Hung me up to dry
Anota aí no calendário: neste 'verão' (ou inverno para gente) tem série nova da HBO. A aposta da vez é Hung, sobre um professor de educação física mal pago, divorciado e que acaba de perder a casa que herdou dos pais. Vivendo essa maré de sorte maravilhosa, Ray passa a frequentar um grupo de auto-ajuda, segundo o qual o segredo para o sucesso é identificar em si mesmo uma 'ferramenta vencedora' e atingir o sucesso financeiro com isso. E aí entra o jeito HBO de criar polêmica (e hits): a tal ferramenta vencedora do protagonista é o seu dote, if you know what I mean e o seu jeito de atingir o sucesso financeiro é trabalhando como michê. A série é produzida pelo Alexander Payne (Eleição, Sideways) e estrelada por Thomas Jane (O Justiceiro, O Nevoeiro) e estréia dia 28 de Junho.
Se for metade da diversão que True Blood foi no verão passado, já está de bom tamanho (no pun intended).
***
Guia com mais séries para o verão no NaTV e no Série Maníacos.
5.16.2009
My way
Essa semana o mundo cinematográfico surtou com a notícia de que Martin Scorsese vai dirigir um filme sobre a vida de Frank Sinatra. Os boatos sobre o papel principal já começaram a surgir e vão de Leonardo DiCaprio (a aposta mais segura) a Johnny Depp (supostamente o nome indicado pela Universal).
Só tenho uma coisa a dizer: não é possível que mais ninguém ache que o Sam Neill nasceu pra fazer esse papel.
Não é possível. Vai que é sua, Sam! E de nada, Scorsese. Meio caminho andado já hein?
Só tenho uma coisa a dizer: não é possível que mais ninguém ache que o Sam Neill nasceu pra fazer esse papel.
Não é possível. Vai que é sua, Sam! E de nada, Scorsese. Meio caminho andado já hein?
Pull me out of the aircrash
Curioso que Lost teve nesse quinto ano sua melhor estréia e seu melhor final, mas um dos meios mais chatos (se não for O mais chato).
Fazia uns cinco episódios que só de ouvir falar em bomba de hidrogênio, 'what lies in the shadow of the statue?' ou 1977 batia aquela preguiça. E mesmo usando um tipo de cliffhanger que não é dos meus preferidos (seria mais interessante se tivessem mostrado o efeito do detonamento da bomba e aí sim terminasse, ao invés da tela branca logo após a explosão - minha opinião, claro), o episódio não só amarrou muito bem todas as histórias como ainda as deixou interessantes durante uma hora e meia. Kudos, Darlton.
E olha, to cagando pra Sayid, Juliet e companhia limitada. Cinco anos acompanhando essa turminha da pesada que apronta altas confusões, e de quem eu vou sentir falta mesmo é do Jacob. Que apareceu em um episódio. Me apego muito fácil.
***
Textos bonitos, complexos e que analisam cada frame do episódio nos blogs da Sociedade. Recomendo.
4.10.2009
I know what you did last summer

Harper's Island é um projeto antigo da CBS, originalmente programado para estrear na mid/season passada. Nesse um ano de atraso, o piloto foi reescrito e regravado, o elenco reescalado (só sobraram dois atores do original - a protagonista e o britânico) e ontem, a série finalmente estreou. E em um timeslot bastante cobiçado: quintas-feiras, 22h, após CSI.
O plot é o seguinte: Abby Mills retorna à sua cidade natal pela primeira vez desde que sua mãe foi vítima de uma série de assassinatos para o casamento do seu melhor amigo. Durante a semana em que a festa ocorre, novos assassinatos começam a acontecer e, a cada episódio, um dos convidados é a vítima (no primeiro episódio o espectador ganha um bônus: duas pessoas morrem. Uhu!).
Duas coisas tornam a série interessante: o revival (proposital ou não) dos filmes de suspense/terror dos ano 90, com protagonistas femininas, mortes escabrosas, a sutileza tanto nos momentos de alívio cômico quanto nos de suspense aterrorizante e o fato dela ser um estepe assumido. 13 episódios, mistério solucionado, beijotchau.
Os clichês estão todos lá: criança medonha, irmão weirdo, taxista com tapa-olho, Christopher Gorham em uma série que já nasce morta e loiras anoréxicas. O elenco, sem grandes nomes conhecidos, não atrapalha. Eu posso estar errado (time will tell), mas promete ser diversão barata garantida.
***
Tem uma tabela muito informativa na página da série na Wikipedia.
4.04.2009
Duas séries que você deveria estar vendo

Breaking Bad: como falei há dois posts, depois de uma primeira temporada não-tão-boa e não-tão-favorecida-pela-greve, a série voltou com tudo. A cada episódio (e foram apenas cinco até agora) ela encarna um estilo novo. Já foi série policial, drama familiar, dramão pesado e até comédia de humor negro. E me arrisco a dizer que é a série tecnicamente mais apurada da televisão americana (sorry Mad Men, sorry True Blood). Fotografia, edição, som, trilha sonora. Tudo funciona em harmonia e com qualidade cinematográfica.

My Boys: começou como um guilty pleasure; série de menina, mas feita para meninos que arrancava uns sorrisos secos vez ou outra. Hoje é uma das séries mais divertidas e segue a risca o manual das grandes comédias multi-camera: grupo de amigos, lugar no qual eles se reúnem, romance a la Ross & Rachel, mas com a vantagem de ser single-camera (sem as risadas de fundo). Como bem disse o Paulo, eu quero fazer parte dessa turma.
***
As duas são exibidas aqui no Brasil pelo Sony, mas só deus sabe quando as novas temporadas estreiam. Internet está aí para isso minha gente.
1999
Voltando com a nossa programação normal (I hope so).
***
Então, o Anderson fez um belo post (pleonasmo falar isso né?) sobre o ano responsável pela melhor safra do cinema mundial recente e que mudou a maneira de pensar e fazer cinema na década que estava chegando. Aproveitei a lista dele para reclassificar alguns desses filmes, dez anos depois:
Filme que gostei na época e continuo gostando: Clube da Luta
Ainda é o melhor trabalho do David Fincher. E do Brad Pitt. E do Edward Norton. Se bobear é o melhor da Helena Bonham-Carter também.
Filme que gostei na época e hoje nem tanto: Beleza Americana
Talvez porque hoje em dia seja difícil pensar em um filme (ou uma série) que não critique os subúrbios americanos.
Filme que não gostei na época e continuo não gostando: Matrix
Para mim sempre foi 'olhaqueefeitosespeciaisducaralhobrow'. E só. Plus: Keanu Reeves. Não tem quem aguente.
Filme que gostei na época e não vejo há dez anos: O Sexto Sentido
Acho que foi trauma. Não dormi por uma semana.
Filme que mais influenciou a indústria: A Bruxa de Blair
De Cloverfield aos virais, passando por 24 Horas.
Filme que melhor influenciou a indústria: Quero Ser John Malkovich
Revelou Spike Jonze, Charlie Kaufman e, por que não, John Malkovich para as massas.
***
Então, o Anderson fez um belo post (pleonasmo falar isso né?) sobre o ano responsável pela melhor safra do cinema mundial recente e que mudou a maneira de pensar e fazer cinema na década que estava chegando. Aproveitei a lista dele para reclassificar alguns desses filmes, dez anos depois:
Filme que gostei na época e continuo gostando: Clube da Luta
Ainda é o melhor trabalho do David Fincher. E do Brad Pitt. E do Edward Norton. Se bobear é o melhor da Helena Bonham-Carter também.
Filme que gostei na época e hoje nem tanto: Beleza Americana
Talvez porque hoje em dia seja difícil pensar em um filme (ou uma série) que não critique os subúrbios americanos.
Filme que não gostei na época e continuo não gostando: Matrix
Para mim sempre foi 'olhaqueefeitosespeciaisducaralhobrow'. E só. Plus: Keanu Reeves. Não tem quem aguente.
Filme que gostei na época e não vejo há dez anos: O Sexto Sentido
Acho que foi trauma. Não dormi por uma semana.
Filme que mais influenciou a indústria: A Bruxa de Blair
De Cloverfield aos virais, passando por 24 Horas.
Filme que melhor influenciou a indústria: Quero Ser John Malkovich
Revelou Spike Jonze, Charlie Kaufman e, por que não, John Malkovich para as massas.
3.03.2009
What to watch - março e abril
Dois meses movimentados. Alguns retornos bastante aguardados, muitas estréias (10!) e aquela dúvida mortal: no que vale a pena investir meu precioso tempo?
8 de março, domingo
- Breaking Bad (AMC, segunda temporada)
Série que deu o Emmy pro Bryan Cranston ano passado. Por causa da greve a primeira temporada teve apenas sete episódios, mas dessa vez vai ser normal (13 ao todo). Quando estreou muita gente esperava um 'Weeds de calças'. Até tem algumas semelhanças, mas a grande diferença é que Weeds tem uma protagonista fortíssima, que carrega o programa nas costas quando necessário. Já Breaking Bad, not so much.
9 de março, segunda
- Castle (ABC, estréia)
Sobre um autor que ajuda a polícia de New York a desvendar uma série de assassinatos baseados em seus livros. Com o show killer Nathan Fillion (Drive, Firefly). E parece que já teve o número de episódios reduzido de 13 para 10.
15 de março, domingo
- Kings (NBC, estréia)
Sobre Davi e Golias no mundo moderno. O que isso significa eu não faço a menor idéia. É produzida e dirigida pelo Francis Lawrence (Constantine, I Am Legend) e estrelada pelo Ian McShane (Deadwood).
18 de março, quarta
- Better Off Ted (ABC, estréia)
Sobre uma empresa que cria soluções práticas para os problemas do dia-a-dia e um funcionário inconformado após descobrir os métodos utilizados por essa empresa para alcançar o sucesso. Parecer misturar sci-fi com comédia e tem a Portia de Rossi (Arrested Development) no elenco.
20 de março, sexta
- Party Down (Starz, estréia)
Sobre um grupo de atores que trabalha em um buffet em Los Angeles enquando o estrelato não chega. Produzida por Paul Rudd (todos os filmes do Judd Apatow) e Rob Thomas (Veronica Mars). Tem no elenco fixo Lizzy Caplan (True Blood) e Ryan Hansen (V-Mars) e já confirmados como convidados Kristen Bell, Jason Dohring e Enrico Colantoni (todos de V-Mars). V-Mars reunion!
26 de março, quinta
- In the Motherhood (ABC, estréia)
Sobre mães solteiras conciliando carreira, vida amorosa, filhos, etc. As histórias são inspiradas em fatos reais e a série é baseada em uma webseries. Com Cheryl Hines (Curb Your Enthusiasm) e Megan Mullally (Will & Grace).
31 de março, terça
- Cupid (ABC, estréia)
Remake da série de 1998, que também passou na ABC e também era produzida pelo Rob Thomas. Com Bobby Cannavale (Will & Grace) e Sarah Paulson (Studio 60).
- My Boys (TBS, terceira temporada)
A melhor comédia que você não está assistindo.
5 de abril, domingo
- In Treatment (HBO, segunda temporada)
A logística de exibição muda dessa vez: dois episódios no domingo e três na segunda. Os pacientes também. Mas as sessões de 'sexta' com a terapeuta do terapeuta, continuam. Infelizmente (para mim).
8 de abril, quarta
- The Unusuals (ABC, estréia)
Sobre a rotina de um grupo de detetives da polícia de New York. Segundo a ABC, a série segue os moldes de MASH, explorando tanto o lado cômico quanto o dramático da vida desses policiais. Com Amber Tamblyn (Joan of Arcadia), Adam Goldberg (Joey) e Harold Perrineau (Lost).
9 de abril, quinta
- Harper's Island (CBS, estréia)
Sobre um grupo de pessoas que vão para uma ilha para um casamento e acabam sendo vítimas de um serial killer. A cada episódio uma pessoa é assassinada e no décimo-terceiro os mistérios serão revelados, algumas pessoas sobreviverão e todos serão felizes para sempre. O legal é que não corre nem o risco de ser cancelada na primeira temporada.
- Southland (NBC, estréia)
Sobre a vida dos policiais de Los Angeles vista de uma maneira autêntica e... ZzzzzZZZ. Produzida pelo John Wells (E.R.), com Regina King (Ray), Benjamin McKenzie (The O.C.) e Tom Everett Scott (Saved).
19 de abril, domingo
- Sit Down, Shut Up (FOX, estréia)
Animação sobre o corpo docente de uma escola na Flórida cujo lema é: alunos sempre vêm em segundo. O único professor disposto a ensinar é remanejado para dar aulas de educação física (rá!). Produzida por Mitchel Hurwitz (Arrested Development) e com vozes de Jason Bateman, Will Arnett, Henry Winkler e Kristin Chenoweth.
8 de março, domingo- Breaking Bad (AMC, segunda temporada)
Série que deu o Emmy pro Bryan Cranston ano passado. Por causa da greve a primeira temporada teve apenas sete episódios, mas dessa vez vai ser normal (13 ao todo). Quando estreou muita gente esperava um 'Weeds de calças'. Até tem algumas semelhanças, mas a grande diferença é que Weeds tem uma protagonista fortíssima, que carrega o programa nas costas quando necessário. Já Breaking Bad, not so much.
9 de março, segunda
- Castle (ABC, estréia)
Sobre um autor que ajuda a polícia de New York a desvendar uma série de assassinatos baseados em seus livros. Com o show killer Nathan Fillion (Drive, Firefly). E parece que já teve o número de episódios reduzido de 13 para 10.
15 de março, domingo
- Kings (NBC, estréia)
Sobre Davi e Golias no mundo moderno. O que isso significa eu não faço a menor idéia. É produzida e dirigida pelo Francis Lawrence (Constantine, I Am Legend) e estrelada pelo Ian McShane (Deadwood).
18 de março, quarta
- Better Off Ted (ABC, estréia)
Sobre uma empresa que cria soluções práticas para os problemas do dia-a-dia e um funcionário inconformado após descobrir os métodos utilizados por essa empresa para alcançar o sucesso. Parecer misturar sci-fi com comédia e tem a Portia de Rossi (Arrested Development) no elenco.
20 de março, sexta- Party Down (Starz, estréia)
Sobre um grupo de atores que trabalha em um buffet em Los Angeles enquando o estrelato não chega. Produzida por Paul Rudd (todos os filmes do Judd Apatow) e Rob Thomas (Veronica Mars). Tem no elenco fixo Lizzy Caplan (True Blood) e Ryan Hansen (V-Mars) e já confirmados como convidados Kristen Bell, Jason Dohring e Enrico Colantoni (todos de V-Mars). V-Mars reunion!
26 de março, quinta
- In the Motherhood (ABC, estréia)
Sobre mães solteiras conciliando carreira, vida amorosa, filhos, etc. As histórias são inspiradas em fatos reais e a série é baseada em uma webseries. Com Cheryl Hines (Curb Your Enthusiasm) e Megan Mullally (Will & Grace).
31 de março, terça
- Cupid (ABC, estréia)
Remake da série de 1998, que também passou na ABC e também era produzida pelo Rob Thomas. Com Bobby Cannavale (Will & Grace) e Sarah Paulson (Studio 60).
- My Boys (TBS, terceira temporada)
A melhor comédia que você não está assistindo.
5 de abril, domingo
- In Treatment (HBO, segunda temporada)
A logística de exibição muda dessa vez: dois episódios no domingo e três na segunda. Os pacientes também. Mas as sessões de 'sexta' com a terapeuta do terapeuta, continuam. Infelizmente (para mim).
8 de abril, quarta
- The Unusuals (ABC, estréia)
Sobre a rotina de um grupo de detetives da polícia de New York. Segundo a ABC, a série segue os moldes de MASH, explorando tanto o lado cômico quanto o dramático da vida desses policiais. Com Amber Tamblyn (Joan of Arcadia), Adam Goldberg (Joey) e Harold Perrineau (Lost).
9 de abril, quinta
- Harper's Island (CBS, estréia)
Sobre um grupo de pessoas que vão para uma ilha para um casamento e acabam sendo vítimas de um serial killer. A cada episódio uma pessoa é assassinada e no décimo-terceiro os mistérios serão revelados, algumas pessoas sobreviverão e todos serão felizes para sempre. O legal é que não corre nem o risco de ser cancelada na primeira temporada.
- Southland (NBC, estréia)
Sobre a vida dos policiais de Los Angeles vista de uma maneira autêntica e... ZzzzzZZZ. Produzida pelo John Wells (E.R.), com Regina King (Ray), Benjamin McKenzie (The O.C.) e Tom Everett Scott (Saved).
19 de abril, domingo- Sit Down, Shut Up (FOX, estréia)
Animação sobre o corpo docente de uma escola na Flórida cujo lema é: alunos sempre vêm em segundo. O único professor disposto a ensinar é remanejado para dar aulas de educação física (rá!). Produzida por Mitchel Hurwitz (Arrested Development) e com vozes de Jason Bateman, Will Arnett, Henry Winkler e Kristin Chenoweth.
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