10.27.2007

Hits, misses and in betweens

Mais de um mês de temporada nova e isso é tempo suficiente pra eu me decidir no que vale a pena ou não investir meu tempo.

Hits


Pushing Daisies é a favorita da galera e já garantiu temporada completa. E é a hora mais meiga da televisão. Posso falar? Não confiava muito não. Achei que ia encher o saco e que não ia aguentar nem ouvir falar de Anna Friel e Lee Pace lá pela terceira semana. Reconhecer o erro é o primeiro passo meus caros. Melhor estréia, hands down. Dirty Sexy Money é a minha personal favourite. Como não gostar dos Darlings e do clima novelão com direito a filho ilegítimo? Só fico em dúvida a respeito do meu membro favorito da família: Brian "Gustav" Jr. ou Juliet? Outra que tem me agradado bastante com um clima despretencioso é Chuck. Até agora todos os episódios foram muito bons. Tem seus defeitos, como o amigo weirdo que é meio chato, mas me ganha com o clima pastelão na medida certa.

Misses


Private Practice é chata demais pro meu gosto. Nunca eu fiquei olhando tanto pra ver quanto tempo ainda faltava pro final do episódio como nos 80 minutos que eu passei na clínica duvidosa que acolheu a dra. Addison com os braços abertos. E uma série médica por semana já tá de bom tamanho. Reaper é a maior decepção da temporada. Do piloto ao terceiro episódio nada aconteceu. Pelo ritmo que as coisas andavam, nem ia. Sam vai continuar caçando almas fugitivas, nunca vai conseguir pegar a amiga equanto a gente é distraído durante o episódio inteiro pelo amigo weirdo bacana e o diabo cool e nem percebe o quão ruim a série é. Felizmente eu percebi antes que fosse tarde. Eu falei que ia dar mais algumas chances pra Cane, mas mudei de idéia. Porque muito provavelmente vai ser cancelada e principalmente porque eu quero Richard Alpert de volta à ilha. Journeyman e Life não são ruins. Mas também não são boas. E mediocridade tem peso 2 na lista de contras quando eu avalio a chance da série ter a honra da minha companhia durante a temporada inteira. Back to You entra aí também, apesar de eu não ter passado do piloto. Big Bang Theory eu também não passei do piloto, que é o pior da temporada.

In betweens


Aliens in America é a "little series that could". Tem cara de filme indie, tem um elenco competente, uma edição bacana mas não me faz rir. Samantha Who? parece que se encaixa aí também. Não me faz rir, mas é o tipo de série que eu gosto. E mais uma vez, um elenco competente. E as duas têm descendentes de Gilmore Girls, e isso é um plus. Bionic Woman ainda é uma incógnita. Só deus sabe onde vai parar e por enquanto eu vou dar meu voto de confiança aos produtores. E é sempre bom ver Katee Sackhoff kicking some serious ass. Finalmente, Gossip Girl. O elenco é fraco, a história é boba e cheia de clichês, a trilha é ruim e isso é só o começo. Mas eu não consigo não baixar o episódio da semana. Isso, meus amigos, se chama guilty pleasure.

10.25.2007

Brincando de tribunal

No trabalho mais interessante do ano, eu vou poder brincar de tribunal dentro de sala. A professora de Análise Crítica da Mídia teve a brilhante idéia de fazer um julgamento durante a aula. O acusado? Pânico na TV. O adevogado de acusação? Eu. E mais uma porrada de gente, já que a sala foi dividida em três grupos: defesa, acusação e jurados.

Vai funcionar assim: os adevogados de acusação levam 10 argumentos contra o programa e os de defesa a mesma coisa, mas a favor, óbvio. No final, os 5 jurados decidem o veredicto.

Eu só estou falando isso aqui por dois motivos:

01. Será que eu vou poder colocar em prática tudo o que eu aprendi assistindo Law & Order e derivados, tipo objection your Honor?

02. Eu sou fã do Pânico, tanto na tv quanto na rádio, então eu preferia defender, mas sei que é muito mais fácil acusar já que o programa oferece baixaria por tonelada. Enfim, aceito sugestões de argumentos nos comentários.

10.15.2007

Cute is what we aim for


Kristin Chenoweth cantando e dançando Grease. Acho que foi aí que Pushing Daisies me ganhou. Uma cena que seria ridícula em qualquer outro seriado mas que aqui funcionou perfeitamente. Já me conformei que o espírito da série é esse. Fantasia, bizarrice e fofura. Muita fofura. Até incomodar. Os personagens são fofos, a história de amor impossível é fofa, o clima de Amelie é fofo, a garçonete cantando é fofo.

O segundo episódio é excelente. E fofo. Um roteiro inteligente e cheio de humor negro, uma direção brilhante, coroada com a cena citada acima. O elenco é bastante competente, do casal principal aos coadjuvante de luxo.

Algumas coisas ainda me incomodam como a tal da fofura e a narração exagerada. Mas numa temporada morna de estréias, não é nada que possa ser relevado.

10.14.2007

Sexo e a cidade


Californication começou sua primeira temporada cercada de expectativas e desafios (da minha parte, pelo menos). De conseguir manter a qualidade (e a audiência) da sua companheira de segundas-feiras, Weeds, e principalmente de conseguir provar que o David Duchovny não é só um ator medíocre no cinema e marcado pro resto da vida como Agente Mulder.

O primeiro desafio a série não conseguiu cumprir ainda. Mas está chegando lá. Depois de um começo de temporada errante, parece que encontraram o tom certo. Parecia que o Tom Kapinos estava encantado com a liberdade da tv à cabo e resolveu fazer tudo que tinha direito. O sexo, as drogas, o vômito e a canastrisse de Hank Moody. Felizmente alguém cortou o barato dele e boa parte disso tudo ficou pra trás.

O outro desafio, o do Duchovny, está mais que cumprido. É show garantido em todo episódio. Nunca, nem nos meus dias mais otimistas eu ia imaginar que esse papel ia cair como uma luva no Duchovny. Sem dúvida, o papel da vida dele. Pode até aposentar depois que a série acabar, porque fazer melhor que isso, acho difícil.

Bom, semana passada eu fiz um post aqui falando que Weeds está em sua melhor temporada e que o episódio daquela semana tinha sido o melhor da série até então. Coincidência ou não, Californication teve o melhor episódio da sua temporada essa semana. Finalmente eu consegui me importar com os personagens, finalmente o Hank me convenceu que ama a ex-mulher, finalmente a filha deles pareceu menos bizarra e mais bonitinha e finalmente eu fiquei ansioso pelo próximo episódio. Quem sabe ainda dá tempo de cumprir os dois desafios.

10.12.2007

Filmes do feriado

Então, eu não fui ao Indie. Por motivos que vão de dores de cabeça crônicas a ingressos acabando duas pessoas antes de mim (sorte é meu sobrenome). Pra compensar, eu fiz as pazes com a locadora e vi alguns filmes. Alguns bons filmes:


Manhattan (Woody Allen, 1979) - Ou porque Woody Allen é um gênio. Olha, eu nunca tentei escrever um roteiro, mas imagino o quanto deve ser difícil. Até roteiro ruim deve ser difícil. E o Woody Allen parece que faz isso com uma facilidade impressionante. Parece não, faz. Os diálogos são fora de série e pra deixar todo mundo com mais inveja ainda, ele ainda atua que é uma beleza e dirige bem pra cacete. Na próxima vida eu quero voltar com 10% do talento do Woody Allen. E na próxima ida a locadora eu pego Annie Hall.

A Última Noite (Spike Lee, 2002) - Mais um que se passa em New York. Mais um muito bom. Um elenco incrível (Anna Paquin de ninfeta tá demais), fotografia e trilha impecáveis e um final poético. Destaque pra cena do Edward Norton no banheiro dizendo fuck you pra todas as raças que invadiram NY.

Os Sonhadores (Bernardo Bertolucci, 2003) - Um filme com Eva Green falando francês e fazendo referência a Acossado não pode ser ruim. Ou, se você quiser que eu seja mais direto, um filme com a Eva Green pelada não pode ser ruim. Eu gostei bastante. Não só da Eva Green pelada, mas do filme todo. Faz jus ao "sexo cinema e política" que o filme prega. Mais ao sexo e ao cinema, é verdade. Enfim, deu vontade de ir pra Paris em 1960 e assistir filmes no Cinémathèque, tentar bater o recorde de Bande à Part no Louvre e brincar de adivinha o filme. Sem a relação encestuosa e maníaca de Isabelle e Théo, claro.

Last Days (Gus Van Sant, 2005) - Definitivamente o Gus Van Sant não faz cinema pra mim. Eu tento. Vi a versão dele pra Psicose e well, é uma merda. Vi Elefante, mas não achei essa coca-cola toda. E vi isso aí, que é boring as hell. Alguém sugere algum outro que redima o Van Sant desses crimes cinematográficos que ele cometeu pra mim?

O pote de ouro

Já baixou o cd novo do Radiohead? Vai . Você paga o quanto quiser e se quiser. Sem peso na consciência. Tá bem bom. E olha que eu não sou muito into Radiohead...

10.11.2007

10.09.2007

Like I love you

Pra comemorar seus 40 anos, a Radio BBC 1 de Londres vai lançar uma coletânea. Serão dois cd's, com 20 músicas cada. Cada música representa um ano da história da rádio e para interpretá-las foram chamados vários artistas. Dentre essas dezenas de covers o do Maxïmo Park é, de longe, o mais hmm... interessante?


Pra quem não conhece, o Maxïmo é uma banda de Newcastle e que alguns afirmam fazer parte do chamado pós-punk britânico. Pra mim fica ali no pop-rock bom com Franz Ferdinand e semelhantes. O nome da banda faz referência ao lugar de encontro dos cubanos revolucionários de Havana. Cool?

Na bendita coletânea acabaram ficando com o ano de 2002, que é representado no cd pela música Like I Love You, do Justin Timberlake. Isso mesmo. Maxïmo Park cantando Justin Timberlake. Com direito a falsetes e tudo mais. Imperdível.

***

Ouvi dizer que tem um link pra baixar mais ou menos por aqui. Mas eu não sei de nada, não ouvi nada e não vi nada.

***

Quem mais toca o quê tá aqui.

10.08.2007

Katee Sackhoff é minha Judi Dench


Bionic Woman deu uma leve melhorada no segundo episódio, mas pra mim ainda precisa melhorar algumas coisas no roteiro ("Era minha irmã. Ela me odeia."). E a cena da Jamie Sommers fazendo exercício com um braço só naquela barra foi a coisa mais falsa que eu já vi. Dava pra ver os cabos!, como diria a Phoebe.

Mas o que importa é que a Katee Sackhoff continua linda e fodona. Mesmo aparecendo por 2 minutos ela ainda é o destaque da série. Faço coro com o Bruno: queremos mais Starbuck!

E esse episódio ainda teve participação do Isaiah Washington. Não foi ruim não. E por enquanto não saiu nada de barracos nos bastidores. Continuamos esperando.

Aula de história


Eu tenho uma amiga que é fascinada por monarquias. Absolutistas, de preferência. Então de vez em quando ela dá umas aulas pra mim, já que esse assunto nunca me interessou muito. Ela adora falar de Elizabeth I (e acha um absurdo eu não ter visto o filme ainda), Maria Antonieta (eu acho um absurdo ela não ter visto o filme ainda) e desde que The Tudors estreou, Henrique VIII.

E ontem, enquanto eu via a estréia, queria que ela estivesse do meu lado porque eu tenho certeza que ela apresentaria uma tese de doutorado sobre o assunto e deixaria tudo muito mais claro pra mim.

Não que a história seja complicada. Henrique VIII, Ana Bolena, Igreja Anglicana e tudo isso que a gente já viu no Ensino Médio. Mas essas séries históricas sempre dão um jeito de deixar tudo tão mais complicado do que parece. E com legendas duplas, mais ainda né People and Arts?

Mas a série é interessante. Só parece sofrer de alguns problemas. O elenco feminino é um deles. Já vi que vamos ter atrizes lindas. E que atuão tão bem como uma porta. Ou não tão lindas assim, mas que continuam ruins como uma porta (Catarina de Aragão? Anyone?). Outro problema são as roupas de época. Não sei se é impressão minha, mas parece que todo mundo está extremamente desconfortável. Principalmente o Jonathan Rhys Meyers. Isso é um problema quando a série em que você é protagonista se passa no século XIV.

Como eu falei, a série é interessante. Os podres da monarquia inglesa sempre são interessantes. Das traições constantes do Rei Henrique ao Príncipe Harry pegando no peito de uma brasileira. Vou continuar assistindo. Até porque domingo à noite, as opções são escassas.

10.07.2007

Meu.deus.

Transmissão de São Paulo e Corinthians. Jogo chato, zero a zero, coisa e tal.

Aí o Arnaldo César Coelho lança essa: "Impedimento muito bem marcado. Aliás, a bandeirinha tem um abdome bem definido. Deve ser muito exercício físico."

Tipo, what the fuck? Só eu ouvi isso? Que mundo é esse em que uma pessoa fala uma coisa dessas na televisão e ninguém fala nada? Que mundo é esse minha gente?!

Quote da semana


"They both can do better."


Dwight, sobre Jim e Pam. Heh.

10.06.2007

A arte de fazer episódios incríveis


E a incrível capacidade que Weeds tem de dominá-la. Sem dúvida essa é a melhor temporada da série e se continuar nesse ritmo nos próximos e últimos episódios, é capaz de ser a melhor série da temporada (uma das, pelo menos).

O último episódio exibido, The Two Mrs. Scottsons, foi de uma qualidade impressionante. Direção e edição primorosas, Andy e sua breve porém memorável carreira na indústria pornô, crianças fumando maconha, Matthew Modine pervertido, Nancy perseguindo e se identificando com a ex-mulher do seu ex-marido, voice-over de um personagem servindo de narração para outro personagem em uma situação completamente diferente e um cliffhanger daqueles que só Weeds sabe fazer.

Vê se não faz merda nesse finale hein Jenji Kohan?

10.04.2007

E as outras séries?

Vão indo, obrigado por perguntar:

Life (NBC)

Primeiro: esquece essa história de "House dos policiais". Não é e nem vai ser. Lembra que Shark era o House dos advogados? Então.

Segundo: assiste porque a série é boa. Pelo menos eu achei. É a história de um policial que é condenado e fica preso por 12 anos. Só depois desses longos 12 anos que a advogada incompetente consegue provar que ele é inocente. O processo rende alguns milhões, ele volta a trabalhar como policial e ganha uma nova parceira. Entre um caso e outro, ele vai tentar descobrir quem armou a prisão pra cima dele (Prison Breakish).

Sério, eu gostei. A história é interessante, a fotografia é bonita, dá pra ver a Robin Weigert sem trajes de época e sóbria e o personagem principal tem suas peculiaridades. O que não faz dele o novo House, claro.

Cane (CBS)

Latinos estão na moda. E essa novela de época do sbt está aí pra comprovar isso. Cane (da cana, não do Cidadão) conta a história de uma família poderosa e sua relação com, óbvio, a cana-de-açúcar. O patriarca (décima vez que eu uso essa palavra pra falar de alguma série) está em dúvida entre vender e não vender o canavial dele. Jimmy Smits, antenado nas notícias, sabe que etanol is the new trend e é exatamente por isso que os Samuels, a família rival dos Vega, está tão interessada na cana deles.

E é isso. Familias rivais, filho adotivo preferido, irmãos invejosos, latinos dançando salsa e um climão de novela mexicana, daquelas que o pai da Betty assiste. Sorte deles que o promo no final do episódio foi bastante interessante, então eu vou dar mais algumas chances.

The Big Bang Theory (CBS)

Geeks também estão na moda, muito mais do que os latinos. E essa porcaria está aí pra comprovar isso. Muito, mas muito ruim. As piadas são sem graça, as citações geekianas são forçadas as risadas falsas são extremamente falsas e a gostosa burra nem é tão gostosa assim. E adivinha qual série tem mais audiência: esse desastre ou How I Met Your Mother? Mundo injusto...

Private Practice (ABC)

Do site da ABC: Addison Forbes Montgomery is a renowned surgeon. Having left behind Seattle Grace Hospital, a broken marriage with Derek "McDreamy" Shepherd, and her torn relationship with Mark "McSteamy" Sloan, Addison moves to Los Angeles for sunnier weather and happier possibilities.
Addison reunites with her friends from medical school, Naomi and Sam Bennett, joining them at their chic, co-op, Oceanside Wellness Center in Santa Monica.

Blá blá blá... só de ler isso já dá pra ver que é chato. Os médicos são chatos, os pacientes são chatos, os casos são chatos. Eu tinha esperança que as coisas iam melhorar depois daquele piloto fracassado dentro de Grey's Anatomy, mas Shonda Rimes sabe como decepcionar alguém. Vai ter mais uma chance, porque eu sou bonzinho.

Nota, melhor em cena, tudo bonitinho, lá no log.

10.02.2007

Oh! Darlings

Os Darling: - 30 mil pessoas morrem de fome todo dia, seu problema não é tão grande.
- Mas 30 mil de 7 bilhões...


Dirty Sexy Money é um Brothers & Sisters meets very rich people. Mesma premissa da outra série familiar da ABC: clã enorme com figuras peculiares que sofrem com a perda do patriarca. A diferença é que o patriarca não é bem o patriarca. E a família em si não sofre tanto asism. Quem morre é o advogado, responsável por limpar as cagadas de todo mundo. As duas séries também têm mais duas coisas em comum: Greg Berlanti, o produtor e um elenco fantástico. Vamos por partes:

A família: os Darling, gente muito rica, para quem Dutch trabalhou durante anos. De tanto dar atenção a essa família, Dutch acabou perdendo a sua. Foi abandonado pela mulher e teve que criar o filho sozinho. Entre amor e ódio, Nick foi criado junto com os ricaços esnobes. Mas não é um deles, é só o filho do empregado, como define um dos Darling.

A história: Dutch morre, e Tripp, o patriarca de verdade, convida Nick para substituí-lo. A princípio Nick recusa. Não quer fazer com sua família o mesmo que seu pai fez. Mas nada que uma taça de vinho caro e 10 milhões de dólares não consigam mudar.

A família, de novo: o que Nick não sabia é que ser advogado dos Darling é ser babá dos Darling. Qualquer problema, mínimo que seja, é motivo pra uma ligação urgente e um pedido de resgate. De um iate ganho numa partida de poker a uma discussão com o diretor do seu novo filme (sim, as pessoas são that fúteis - taí a graça).

O primeiro episódio termina com uma pseudo-reviravolta e Nick prometendo descobrir qual foi o verdadeiro motivo da morte de seu pai. Tipo, eu não estou me importando muito com isso não. Eu quero ver gente rica gastando dinheiro e fazendo merda enquanto Peter Krause vende a alma e faz de tudo pra consertar. But that's just me.

Cotação: 8/10