5.29.2009

Boys and girl


Grupo de amigos. Tema mais que recorrente em séries de tv. Seinfeld, That '70s Show, How I Met Your Mother e, claro, Friends, para citar apenas as bem-sucedidas nos útlimos anos. Na minha opinião, o sucesso de um programa que aposta nesse tema é diretamente proporcional à vontade que você sente de fazer parte daquela turma. O que acontece com Seinfeld, That '70s Show, How I Met Your Mother e, claro, Friends (e o que não ocorre com That '80s Show, Will & Grace e Sex and the City, pelo menos não comigo).

Mas ultimamente quem mais despertou essa vontade foi uma série pequena, de um canal a cabo de pouco alcance. Pois é, eu estou falando sobre My Boys. De novo. Agora com o final da curtíssima terceira temporada, ela merecia um texto maior.

Começando do começo então: para quem não sabe, a série gira em torno de P.J., uma jornalista esportiva e, bom, seu grupo de amigos, que vai do seu irmão a um possível interesse amoroso (que finalmente se tornou realidade nessa temporada). Grande parte da graça está na simplicidade. Do formato, que ao contrário de todos os exemplos bem-sucedidos que eu dei, não tem risadinhas de fundo. Das atuações, sem grandes destaques ou histerismos.

Para quem está procurando uma série boa e pouco prestigiada para assistir nesse período de entresafra, fica a dica.

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Minha outra sugestão de série fudida de boa e pouco prestigiada eu dou semana que vem.

5.27.2009

Hung me up to dry

this big, give or take.

Anota aí no calendário: neste 'verão' (ou inverno para gente) tem série nova da HBO. A aposta da vez é Hung, sobre um professor de educação física mal pago, divorciado e que acaba de perder a casa que herdou dos pais. Vivendo essa maré de sorte maravilhosa, Ray passa a frequentar um grupo de auto-ajuda, segundo o qual o segredo para o sucesso é identificar em si mesmo uma 'ferramenta vencedora' e atingir o sucesso financeiro com isso. E aí entra o jeito HBO de criar polêmica (e hits): a tal ferramenta vencedora do protagonista é o seu dote, if you know what I mean e o seu jeito de atingir o sucesso financeiro é trabalhando como michê. A série é produzida pelo Alexander Payne (Eleição, Sideways) e estrelada por Thomas Jane (O Justiceiro, O Nevoeiro) e estréia dia 28 de Junho.

Se for metade da diversão que True Blood foi no verão passado, já está de bom tamanho (no pun intended).

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Guia com mais séries para o verão no NaTV e no Série Maníacos.

5.16.2009

My way

Essa semana o mundo cinematográfico surtou com a notícia de que Martin Scorsese vai dirigir um filme sobre a vida de Frank Sinatra. Os boatos sobre o papel principal já começaram a surgir e vão de Leonardo DiCaprio (a aposta mais segura) a Johnny Depp (supostamente o nome indicado pela Universal).

Só tenho uma coisa a dizer: não é possível que mais ninguém ache que o Sam Neill nasceu pra fazer esse papel.

sam neill e frank sinatra, respectivamente.

Não é possível. Vai que é sua, Sam! E de nada, Scorsese. Meio caminho andado já hein?

Pull me out of the aircrash

everything that rises must converge.

Curioso que Lost teve nesse quinto ano sua melhor estréia e seu melhor final, mas um dos meios mais chatos (se não for O mais chato).

Fazia uns cinco episódios que só de ouvir falar em bomba de hidrogênio, 'what lies in the shadow of the statue?' ou 1977 batia aquela preguiça. E mesmo usando um tipo de cliffhanger que não é dos meus preferidos (seria mais interessante se tivessem mostrado o efeito do detonamento da bomba e aí sim terminasse, ao invés da tela branca logo após a explosão - minha opinião, claro), o episódio não só amarrou muito bem todas as histórias como ainda as deixou interessantes durante uma hora e meia. Kudos, Darlton.

E olha, to cagando pra Sayid, Juliet e companhia limitada. Cinco anos acompanhando essa turminha da pesada que apronta altas confusões, e de quem eu vou sentir falta mesmo é do Jacob. Que apareceu em um episódio. Me apego muito fácil.

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Textos bonitos, complexos e que analisam cada frame do episódio nos blogs da Sociedade. Recomendo.